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Projeto da Amplus prioriza acessibilidade

  O escritório de arquitetura Amplus segue a tendência mundial de construção e reforma de empreendimentos que permitam fácil acesso às pessoas portadoras de deficiência. As arquitetas Roberta Pessoa de Melo, Ana Amélia Velloso e Gisele Carvalho apostaram na acessibilidade em projeto para o Colégio Damas. No projeto Tempo Complementar Damas, que se destina aos alunos do ensino infantil, as arquitetas priorizaram as normas de acessibilidade, promovendo a inclusão social e despertando nas crianças o respeito às diferenças: “O ambiente foi projetado levando-se em consideração alguns pontos de acessibilidade, como portas com 0.90 em todos os ambientes, pisos sem batentes, uso de rampas, banheiros acessíveis”, explica a arquiteta Roberta Pessoa de Melo. O espaço é destinado aos alunos que frequentam o colégio em período integral, com atividades pedagógicas diferenciadas e está dividido em dois pavimentos com salas medindo 4.00x8.00m. A questão da acessibilidade já possui legislação específica no Brasil e no Recife. A Lei de Acessibilidade, de 2004, regulamenta o atendimento às necessidades específicas no país não só em relação aos projetos arquitetônicos e urbanísticos, mas também aos meios de comunicação e uso de transporte público. Em Pernambuco, há 1,9 milhão de deficientes segundo o Censo do IBGE de 2000. No Recife, a lei nº 17512, de dezembro de 2008, estipula que toda construção e reforma deve garantir acesso adequado à população com deficiência ou mobilidade reduzida.


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Amplus Projetos de Espaços
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